terça-feira, outubro 10, 2006


Um giro por San Francisco, California. Esse estado atrai trabalhadores na temporada de ver?o e inverno. Posted by Picasa

segunda-feira, outubro 09, 2006

Quer trabalhar no exterior e ganhar em dólar?

Empregadores americanos começam a contratar para a alta temporada de final de ano

Está aberta a temporada de caça aos estrangeiros interessados em passar um período de seis a onze meses trabalhando aqui nos EUA através do programa de trabalho temporário, H2B. Apesar da maioria das agências de intercâmbio estarem anunciando Job Fairs por todo o Brasil atraindo estudantes universitários para trabalhar nas férias de final de ano através do programa Work and Travel, muitos empregadores oferecem vagas para você que já não é universitário ou até mesmo tenha um diploma do ensino médio.

Mas como fazer parte do grupo de pessoas que vêm todos os anos para os Estados Unidos, trabalha para custear os gastos da viagem, guarda uma graninha e ainda tem oportunidade de conhecer culturas e lugares nos quais muitos não teriam oportunidades como turista?

O processo para isso não é tão complicado e após contatar agências e recrutadores especializados você já poderá estar vivênciando seu primeiro dia de trabalho no exterior.

Os requisitos para poder trabalhar legalmente no país através de vagas que não necessitam de qualificações profissionais especializadas, basicamente é falar inglês bem e ter conhecimentos ou experiência em trabalhos ligados ao setor de turismo. Hotéis, clubes de golfe e resortes de ski são os principais empregadores durante as altas temporadas que vão de dezembro ao final de maio no inverno e de abril a outubro de verão do hemisfério norte.

Com essas informações iniciais, mãos à obra e saia em busca de uma agência de intercâmbio especializada. Entre as quais considere as renomadas como Experimento, Ci - Central de Intercâmbio, STB, Intercultural e em alguns casos de programas específicos, a Sem Destino localizada em São Paulo.. Cheque nos respectivos websites as oportunidades e procure participar das Job Fairs que essas empresas oferecem.

Uma nova tendência de recrutadores também está surgindo e alguns deles trabalham direto dos EUA com profissionais enviados ao Brasil especialmente para contratação de pessoal. Parte desses recrutadores ainda estão fazendo um trabalho boca a boca e têm conquistado um bom número de clientes já que além da assistência inicial no Brasil eles podem te orientar durante a sua estada no exterior caso queira renovar sua permissão de trabalhar e ser remanejado para outro emprego.

Com uma boa bagagem de experiência profissional trabalhando nos Estados Unidos e formado em Hotelaria, Guilherme Macedo passou de empregado a recrutador e, partir desse mês de outubro, está no Brasil contratando brasileiros para empresas americanas.

Ele já passou a experiência de ser empregado em programas de trabalho como o H2B entre outros e agora está pronto a ajudar brasileiros a realizarem o sonho de trabalhar nos EUA.

“Ja estamos recolhendo currículos em inglês para uma primeira avaliação. Todos passarão por um teste de inglês devido ao requisito de nível intermediário e em novembro os empregadores estarão indo ao Brasil paraentrevistar pessoalmente os candidatos”, afirma Guilherme Macedo conhecido como Big Gee na sua última estada como gerente do setor de alimentos e bebidas do clube de Golfe Broken Sound, localizado na Flórida.

Além de recrutar, Guilherme pode orientar os candidatos aconselhando-os com as dúvidas típicas de quem está prestes a encarar uma aventura no exterior.

“Eu sou uma prova viva do que um brasileiro pode conseguir no exterior. Dinheiro, qualidade de vida e crescimento profissional que, no meu caso, veio com o meu esforço, dedicação e apoio familiar. Meu trabalho agora é buscar pessoas no Brasil e ajudá-las na adaptação nos Estados Unidos.Eu sempre fiz isso antes com os brasileiros que chegaram aqui depois de mim e acho que posso fazer por muitos outros tambem”, conclui Gee.
Guilherme Macedo, o Gee, está ao centro da foto. Nessa época ele trabalhava no club de golfe na Flórida no qual exerceu a função de gerente.

Antes de fechar um contrato, não deixe de se informar.

Caso resolva se inscrever com um recrutador desconhecido, vale a pena uma atenção redobrada e ter o maior número de informações possíveis da pessoa que está lhe oferecendo a vaga. Procure informações com pessoas que já vieram com o recrutador e como foram suas experiências.

Hoje em dia, com recursos como a internet é mais fácil obter esse tipo de informações. Na rede amigos Orkut, várias comunidades já tratam sobre trabalho no exterior e se informando, essas comunidades são uma boa ferramenta para ajudá-lo decidir com quem começar esse processo.

No ano passado, grande parte das pessoas que vieram trabalhar no Broken Sound Country Club, em Boca Raton, estado da Flórida vieram através de informações recebidas por uma comunidade relacionada ao tópico no Orkut, criada por Beatriz Molina que hoje trabalha em parceria com Gee, e a maioria não se decepcionou.

O melhor caminho é se informar com pessoas que já tiveram essa experiência e conhecem a agência ou o recrutador que está te oferecendo a oportunidade.



Onde se informar:

Recrutador Independente
Guilherme Macedo, Brazilian Agent
International Education Exchange,Inc US Opportunities
55 19 9277 1477
geeusajobs@hotmail.com
Currículos devem ser enviados inglês. As inscrições vão até novembro.

Agências Credenciadas
Experimento –
www.experimento.org.br
Ci – Central de Intercâmbio – www.ci.com.br
STB – Student Travel Bureau – www.stb.com.br
Intercultural – www.intercultural.com.br
Sem Destino – www.semdestino.com.br

segunda-feira, setembro 11, 2006

11 de Setembro de 2006

9/11 - Cinco anos depois do atentado em Nova Iorque
Essa é a vista da ilha de Manhattan. Desse outro lado do Rio Hudson, na cidade de Nova Jersey, NJ é possível ter uma das melhores vistas de onde ficavam as duas torres. As homenagens da foto estão em um ferro retorciso de um dos prédios e representam as vítimas da cidade de Nova Jersey.

11 de setembro – As perguntas que ainda estão sem respostas

No aniversário de cinco anos do desastre os canais de têve americanos bombardeiam reportagens e documentários sobre assunto. Famílias que foram destruídas pelo atentado são o principal alvo da têve e os hérois da tragédia relembram como foi socorrer as vítimas que fizeram parte desse momento histórico mundial.

Tudo está sendo revisto e retrado, exceto as várias perguntas que ficaram no ar sobre quem realmente foram os responsáveis ao ataque.

Nas homenagens do ano passado, aproveitei meu domingo de folga e fui acompanhar um dia 11 de setembro no Ground Zero, local onde estavam as torres. Cheguei por volta das 11 da manhã e já pelo caminho encontra-se pessoas que perderam alguém no atentado.


Uns se abraçam pelo caminho, outros mantém aquele olhar perdido no horizonte por minutos, e muitos choram numa data que hoje pode ser considerada uma das mais patrióticas da cidade.

Milhares de curiosos, parentes de vítimas, repórteres, policiais e protestantes passam a manhã no Ground Zero (Marco Zero) e somente as pessoas devidamente credenciadas podem entrar no centro das homenagens. Para os barrados no baile, resta olhar pela grade que cerca o local.

Entre várias manifestações e até tumultos que ocorreram por lá na ocasião, me chamou atenção um grupo que mostrava faixas com a seguinte mensagem “9/11 World Trade Center Controlled Demolution”(11/9 WTC Demolição Controlada).


Comecei a conversar com uma protestante do grupo que me explicou o motivo de seu protesto. Ela dizia com firmeza que o atentado era fruto de um plano ambioso do governo Bush e que as torres cairam devido a um processo de demolição e não por terem sido atingidas pelos aviãos.

Até então essa conspiração que alguns suspeitavam poderia ser mais uma mera especulação se o grupo não tivesse argumentos muito bem articulados. Como eles estavam distribuindo um DVD produzido pela organização Reopen 911, essa manifestante que conversei teria vindo da Flórida até Nova Iorque para divulgar seu material e suas idéias, reforçando assim o grupo de protesto.


Faixas dos protestantes Posted by Picasa

O que a grande mídia nunca te contou

Com o DVD em mãos, um ano depois e, cinco da data 11 de setembro resolvi analisar o documentário que a exemplo do Farenheit 9/11 tenta mostrar provas e evidências de que até agora o maior enganado nessa história é você.

“Confronting the Evidence – A Call to Reopen the 9-11 Investigation” produzido pela REOPEN911.ORG, WALDEN3.ORG e INN REPORT, mostra uma série de profissionais de diversas áreas como engenheiros, jornalistas e políticos debatendo e mostrando os pontos chaves que nos leva a uma série de questionamentos fundamentados. Entre as principais questões que o documetário levanta está a de que as torres cairam devido ao impacto de uma implosão programada.

Essa teoria é realçada quando eles explicam os danos causados pela demolição nos prédios vizinhos. Entre os que sofreram danos, um dos prédios localizado próximo as torres que não foi atingido pelo aviões e muito menos por nenhuma delas, às 5:30 da tarde se desintegrou, sobrando apenas os detroços e o pó denso, segundo engenheiros, característicos de demolições. Durante o dia, apenas algumas salas de poucos andares dele haviam pegado fogo.

E não é só isso. No filme, é citado que no final de semana antes do atentado houve um corte de energia na região das torres o que segundo as especulações poderia representar a preparação para o processo de demolição que deve ser programado com algumas semanas de antecedência, e esse corte de energia também pode ter facilitado o acesso dos interessados no plano, as torres.

Quanto as prejuízos ambientais, Jenna Orkin, do World Trade Center Enviroment Organization, apontou que 11 de setembro também foi um desastre. Como exemplo, as mais de 10.000 lâmpadas fluorecentes dos prédios, exalaram mercúrio suficente para contaminar 2500 quarteirões da cidade. Com os demais resíduos de outras substâncias como a contaminação do ar por amianto, metade dos heróis que limparam o Ground Zero (Marco Zero) estão manifestando problemas respiratórios graves, alguns bombeiros já não podem mais trabalhar e 14 cachorros utilizados nas buscas dos corpos já morreram segundo o relatório do EPA – Environmental Protection Agency (Agência de Proteção Ambiental) de agosto de 2003, pg. 555.
De qualquer forma, a organização garantiu que as pessoas não seriam contaminadas pelo ar ou pela água.

Uma outra evidência marcante aconteceu com o suposto Boeing 757 que teoricamente atingiu o Pentágono com a velocidade de 600 km por hora. Nos vídeos do prédio logo depois do acontecimento, a destruição provocada pelo avião teve proporções muito pequenas se comparado o volume e velocidade da aeronave que atingiu o prédio. Na época também não foram encontrados restos do avião entre os escombros do buraco.

Difilcimente se ouviu falar das pessoas ou dos familiares das vítimas que estavam dentro desse avião.No geral, o documentário lida com argumentos que valem a pena serem considerados e discutidos. O grande problema é que a mídia de massa não se propõe a fazer esse serviço a nação e ao mundo.

Restaram muitos perguntas sem repostas mas depois dessas tragédias é certo é que o governo cada vez mais movimenta dólares com as guerras no Afeganistão e invadiu o Iraque com o ex-secretário de defesa Collin Powell garantindo ter encontrado armas de destruição em massa no país e, logo depois ir a público assumir que ele mesmo mentiu sobre isso.

Mesmo depois de tanto tempo no Afeganistão, aquele que ainda hoje é o principal acusado de planejar o atentado pelo governo americano, Bin Laden, continua livre, leve e solto.A grande mídia tenta convencer você que essas teorias são fruto de imaginação e se baseia no relatório oficial divulgado e editado pelo governo americano sobre o 9/11. Resta a questão de até que ponto, uma mídia ou orgão ou representante oficial do governo , a exemplo do ex- Secretário de Segurança, Collin Powell, fala ou não a tão almejada verdade.



Multidão que visita o Ground Zero (Marco Zero) durante as homenagens do dia 11 de setembro.

Vigilância em toda parte

Atualmente a segurança no país aumentou muito depois dos atentados. No metrô de Nova Iorque policiais param um ou outro passageiro para revistar a bolsa e em todo lugar há avisos que orientam a população a ligar para o número de emergência 911 caso veja bolsas, pacotes ou algo suspeitos em estações de metrô, aeroportos ou dentro de trens.

Depois da última suspeita há poucas semanas na Inglaterra, a segurança dos aeroportos está muito mais rígida. Agora, além de tirar os sapatos, casacos, as malas são muito bem inspecionadas e uma vez ou outra um segurança pára o passageiro, abre a sua mala de mão e verifica todos os itens que ele está levando.
Líquidos, pastas ou gel já nao são mais permitidos na mala de mão, e sim apenas na bagagem de check in.

A maioria dessas fotos foram tiradas no domingo, dia 11 de Setembro em 2005.

segunda-feira, setembro 04, 2006


A placa já indica...San Diego... um toque do México...

Uma das cidades mais mexicanas da América!

quarta-feira, agosto 02, 2006

Madonna mostra em Miami porque ela é a rainha do pop na tour Have you confessed


Ela dança, ela canta, ela mexe, ela pula!


Além de tocar guitarra na canção "I love New York", Madonna mostra suas habilidades com o violão num dueto acústico.

Have you Confess?

Miami, a última parada de Madonna nos Estados Unidos

A Madonna fez seu último show da tour Confessions na American Airlines Arena, sede do time de basquete Miami Heat, no último dia 23 de julho.
Ela fez dois shows na cidade com muito efeito especial, dança e com polêmicas que teriam certo efeito se não fosse a Madonna.
O resultado de horas de ensaio faz o público não ficar parado e a sensação é a de se estar fazendo parte de uma mistura de discoteca gigante com requintes e efeitos de um bom espetáculo da Broadway. Até aqueles que não são fãs assíduos da cantora gostam da apresentação que começa com ela saindo de um globo e termina com seu sucesso atual “Hang up” cujo apresentação dá a sensação de se estar participando de um videoclip, tamanho efeito e animação. Vale a pena conferir quando ela passar por aí!

Quem não canta os encantos de New York? Frank Sinatra, U2, The Cranberries e é claro, Madonna!


Polêmica já virou lugar comum para a cantora. Brinca com a igreja, faz gestos obscenos e apologia ao sexo. What's new?


American Airlines Arena lotada nas duas noites de apresentação em Miami.

terça-feira, agosto 01, 2006



A artista começa o show descendo das alturas. De dentro de um globo ela aparece no meio da platéia.